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Afinal, como está o mercado imobiliário de BH e como investir?
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Não é novidade que o Brasil vive uma das piores crises econômicas dos últimos anos, agravada pela pandemia. Com isso, os mais variados segmentos sofrem um impacto financeiro muito negativo. Com a crise do novo coronavírus, diversos setores pelo mundo estão em baixa. Entretanto, com a chegada de 2021, se renovaram as expectativas de melhora no mercado imobiliário em Belo Horizonte. A pandemia, que começou em 2020, ofereceu muitos obstáculos, mas também proporcionou novas oportunidades para o setor imobiliário. O ramo de imóveis passou por várias transformações nos últimos anos, o que não seria diferente em 2021. Quer saber mais sobre o mercado imobiliário em Belo Horizonte? Confira o conteúdo a seguir e veja o que você não pode deixar de saber sobre o assunto!

O ano de 2021 no mercado imobiliário de BH

O ano de 2020 foi marcado pela pandemia, além da crise política e econômica no país. Logicamente, isso se reflete na economia de Belo Horizonte em 2021. Muita gente ficou insegura em aplicar em imóveis, fazendo com que o mercado imobiliário, assim como outros setores, não vivesse um de seus melhores momentos. Após enfrentar uma das mais difíceis crises econômicas, em 2018, o setor de imóveis tem se recuperado. Assim, levado pelas transformações digitais, o mercado de imóveis passou por mudanças significativas nesse último ano e as perspectivas de crescimento são bastante animadoras, até mesmo em curto e médio prazo. Assim, muitas regiões demonstram reaquecimento no setor imobiliário e, com o aumento na procura e na oferta, a expectativa é que esse cenário fique ainda melhor. Em 2021, alguns lançamentos, que teriam sido feitos no ano anterior, começam a sair do papel e podem impulsionar a recuperação do setor.

As tendências e as projeções para o mercado imobiliário de BH

De fato, a pandemia do novo coronavírus desacelerou o crescimento do mercado imobiliário em 2020. Por isso, o setor precisou repensar os investimentos e os projetos para os meses seguintes ao descobrimento dos primeiros casos e a declaração oficial de pandemia da OMS — Organização Mundial da Saúde. Pensando nisso, alguns fatores são tendências para 2021.

Valorização do imóvel como investimento

Com a pandemia, o comportamento da população mudou, principalmente, no que diz respeito à aquisição de imóveis como investimento. Com muitos profissionais em home office, por causa da pandemia, a tendência é que a residência deixe de ser vista apenas como local de descanso.   Assim, mesmo nesse momento de crise, comprar o próprio imóvel passou a ser uma opção valiosa e segura para muitas pessoas. A pandemia levou os juros, que sempre foram altos e levavam ao endividamento, a níveis mínimos, historicamente. Pessoas que não tiveram suas rendas comprometidas pelo momento de crise tem, agora, a oportunidade perfeita para comprar a casa própria. Isso porque os bancos e as empresas de empréstimos oferecem melhores condições de financiamento.

Crescimento no mercado imobiliário

Como foi falado, uma das tendências para o mercado imobiliário de BH é um crescimento expressivo, já que o pior cenário de crise da pandemia parece ter ficado em 2020. Isso deve ocorrer não apenas em função da maior confiança que as pessoas têm na nossa economia, mas também por conta do cenário geral do país. As instituições financeiras, como os bancos e até mesmo as construtoras, devem aumentar o número de negócios, com o objetivo de facilitar a obtenção de crédito e flexibilizar as exigências para o financiamento. Quem busca um empréstimo para comprar a sua casa própria, as possibilidades estão cada vez melhores. Outro aspecto que merece destaque é a tendência de queda na inflação, que pode acontecer também por conta desse cenário mais equilibrado em nossa economia. Como resultado dessa queda, os consumidores ganham mais poder de compra, inclusive em referência à construção civil.

Novas opções de crédito

Sempre que cai a taxa Selic, automaticamente, caem os juros de financiamento. Além disso, a pandemia otimizou e acelerou a transformação digital dos bancos, levando as instituições a pensar em formas mais simples e fáceis de pagamento. Com novas opções de crédito disponíveis no mercado, a tendência é que, além dos bancos, as instituições financeiras também ofereçam melhores condições.

Desburocratização dos processos

Os processos burocráticos já foram entrave na hora da compra e venda de um imóvel, levando os interessados a perderem horas entre idas e vindas no cartório. As plataformas digitais mudaram esse cenário, já que elas permitem que muitos desses processos sejam feitos de forma virtual. Esses métodos já estavam presentes no mercado imobiliário, mas ganhou forma com o advento da pandemia. Isso porque os cartórios de todo o Brasil precisaram se adaptar às medidas restritivas de isolamento social para manter os lucros e não perder faturamento.

Adoção de novas tecnologias

O uso de novas tecnologias para atrair clientes já era usado no mercado imobiliário, mesmo antes da pandemia. Entretanto, no modelo pós-Covid, o que era apenas um diferencial de algumas imobiliárias vai ser tornar uma obrigação. Drones e dispositivos de realidade virtual, por exemplo, já eram uma alternativa em todo o mundo. Agora, no cenário de pandemia, essas tecnologias são vistas como as melhores alternativas para a apresentação e a visitação de imóveis. Esses recursos oferecem vantagens para as imobiliárias, que conseguem atender um número maior de pessoas, e para os clientes que poupam tempo e saúde, conhecendo as características de diferentes imóveis sem sair de casa. 

Mais vendas de alto luxo

O mercado imobiliário em BH está otimista para esse ano e esse cenário também se reflete nas unidades de luxo. Pessoas com maior poder aquisitivo, que estavam reticentes em fazer grandes aquisições ou até mesmo tirando o seu dinheiro do Brasil, voltarão a investir na nossa economia e, consequentemente, em imóveis. Geralmente, esse é um tipo de consumidor que prioriza casas mais espaçosas ou apartamentos que, além de terem uma boa metragem, também contem com aparatos tecnológicos para facilitar a rotina diária, proporcionando mais qualidade de vida. Ou seja, é uma boa oportunidade para quem deseja investir em residências. Outro segmento que tem uma excelente perspectiva é o de unidades quem ficam em condomínios fechados, pois eles refletem uma demanda muito importante, que é a de segurança. Empreendimentos residenciais do gênero contam com câmeras de monitoramento, alarmes e vigilância 24 horas, além de controle de entrada na portaria.

Valorização de imóveis comerciais

Quando uma crise financeira abala um país, a primeira área a sentir os impactos, geralmente, é o comércio. Assim, do mesmo modo, as edificações comerciais também ficam em baixa. Em Belo Horizonte, a realidade não foi muito diferente e, com o cenário desfavorável, houve uma considerável queda nos preços de venda desse tipo de unidade. No entanto, a expectativa do setor imobiliário é uma reação positiva nesse segmento, sobretudo no centro e em outras áreas nobres da capital mineira. Esse bom sinal deve ser amplificado ainda em 2021, inclusive por conta da reabertura do comércio, que esteve fechado por longos meses em respeito às medidas protetivas e ao isolamento social.

Transações totalmente online

Sem dúvidas, foram uma das principais tendências de 2020 e continuará a ganhar força no mercado imobiliário em 2021. O futuro em diversas áreas é remoto e, assim, permanecerá mesmo depois que a pandemia acabar. Por isso, a compra, a venda e a locação de imóveis sendo 100% digital será um caminho sem volta. 

Aumento de moradias compactas

A tendência em todas as grandes cidades do mundo é o aumento das moradias compactas e, em BH, essa é uma realidade que já pode ser percebida no mercado imobiliário. Com um número de habitantes que não para de crescer e a diminuição do espaço urbano, a demanda é por apartamentos práticos e bem localizados. São unidades que não ultrapassam muito os trinta metros quadrados e são perfeitas para jovens profissionais, casais economicamente ativos ou, até mesmo, pequenas famílias. Se as unidades em si são pequenas, os prédios onde elas estão localizadas podem oferecer facilidades, como espaço gourmet, academia de ginástica e lavanderia.

Maior procura em certas regiões

Embora a recuperação econômica seja benéfica para todos, existem algumas regiões da capital que podem apresentar uma procura ainda maior, devido às próprias características e as demandas do mercado imobiliário. A expectativa é que os preços e a busca por imóveis subam mais nos bairros nobres, como os da região centro-sul. Além de ser bastante tradicional, é a área mais valorizada da capital mineira. Isso porque ela consegue unir boa qualidade de vida à proximidade dos principais pontos comerciais para toda a família, como bons restaurantes, as melhores escolas, shoppings de alto padrão, grandes supermercados e assim por diante.

Leve aumento no valor do aluguel

Com a recuperação econômica e a maior demanda por imóveis, é praticamente óbvio que haverá um leve aumento no valor dos aluguéis, não é verdade? Se nos últimos anos os proprietários tiveram que pedir menos para não acabar com as suas unidades vazias, esse panorama deve ser completamente diferente nos próximos meses. Com os sinais positivos que o setor começa a demonstrar, as locações devem apresentar um crescimento sustentável a partir de agora. Isso vale para o segmento residencial, mas também para o comercial. Ainda que o cenário exija um pouco de cautela, lentamente o medo deixa de fazer parte do cotidiano do brasileiro. Como você pôde ver, o mercado imobiliário em Belo Horizonte oferece as melhores perspectivas para os próximos meses. A Anuar Donato é referência na negociação de imóveis em Belo Horizonte. Temos sempre as melhores opções de negócio na venda ou locação do seu imóvel. Quer saber mais sobre o mercado imobiliário de BH? Entre em contato com nossos consultores e tire todas as suas dúvidas! 
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